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CÂMARA DOS DEPUTADOS

PEC da Segurança Pública será votada em Plenário, anuncia Hugo Motta

Presidente dispensou votação de relatório na comissão especial, acelerando tramitação da PEC da Segurança Pública.

Congresso em Foco

4/3/2026 15:59

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta quarta-feira (4) que a PEC da Segurança Pública (18/2025) será votada diretamente no Plenário da Casa, sem a necessidade de análise anterior na comissão especial de mérito. A decisão foi endossada tanto pelo relator, Mendonça Filho (União-PE), quanto pelo presidente do colegiado, Aluisio Mendes (Republicanos-MA).

"Nós sabemos que essa é a casa do diálogo, é a casa da construção política, nem sempre o nosso tempo ou o tempo do relator é o tempo da casa, mas penso que hoje, nesta data, nós chegamos ao momento em que o plenário precisa deliberar sobre essa matéria tão importante para o nosso país", afirmou Hugo Motta.

A PEC da Segurança Pública é um dos itens prioritários na agenda tanto da Câmara dos Deputados quanto do Executivo, que enviou a proposta inicial ainda em 2025. Mendonça Filho intensificou a agenda de reuniões sobre o tema ao longo da última semana, buscando construir um acordo de votação junto ao Colégio de Líderes e ao governo.

Novo parecer retira consulta popular sobre maioridade penal e garante 50% do FNSP à União.

Novo parecer retira consulta popular sobre maioridade penal e garante 50% do FNSP à União.Marina Ramos / Câmara dos Deputados

Maioridade penal apartada

Ao anunciar a aceleração dos debates, Hugo Motta também informou ter chegado a um acordo junto ao relator para que seja retirado do texto o trecho que prevê a realização de uma consulta pública em 2028 para revisar a maioridade penal, estabelecendo a idade de 16 anos para casos de crimes com emprego de violência ou grave ameaça. O tema será discutido separadamente, em uma comissão especial a ser instalada.

"Entendemos que essa é uma pauta importante, que precisa ser discutida. Porém, você trazer um tema como esse para uma pauta estrutural como é a pauta da segurança, (...), seria trazer para o debate um tema que nós entendemos que a Câmara deve deliberar apenas sobre ele", explicou o presidente.

Mendonça Filho disse concordar com a decisão. "Ao invés de nós estarmos debatendo a PEC da segurança estaríamos discutindo, tão somente a PEC da redução da maioridade penal", disse.

Demandas governistas

Mendonça Filho acrescentou que a sua nova versão do parecer incorpora a maioria das demandas apresentadas pelo governo, em especial os ministérios da Fazenda e Justiça. Entre elas, está a necessidade, apontada tando pelo Executivo quanto pela bancada do PT, de assegurar que metade dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) seja destinada à União.

Além da parcela do FNSP, Mendonça Filho pretende utilizar recursos oriundos da taxação de casas de apostas para alavancar os fundos de segurança pública. "Nossa intenção é levar de R$ 2 para até R$ 6 bilhões o investimento", estima.

Por outro lado, o relator não vê viabilidade na demanda para que seja alterada a estrutura de governança em seu texto, que estabelece maior protagonismo na gestão de segurança pública por parte dos Estados, e não da União, como propôs o Ministério da Justiça.

"Não estou alimentando conflito ou briga entre União e Estados, eu estou apenas dizendo que ao invés de nós termos uma coordenação centralizada em Brasília e impondo soluções para baixo, para Estados e municípios. Nós queremos integração e cooperação. Então o espírito da PEC será o espírito de cooperação e integração entre os federados, para que a gente possa enfrentar a violência e alcançar mais paz social no nosso país", declarou.

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