Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Golpistas de 8 de janeiro cometeram "o pior dos atentados", diz Ayres ...

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

Atos Golpistas

Golpistas de 8 de janeiro cometeram "o pior dos atentados", diz Ayres Britto

Ex-ministros avaliaram o julgamento de Aécio Pereira como indicativo de que os próximos julgados estão "em uma situação difícil".

Congresso em Foco

14/9/2023 | Atualizado 15/9/2023 às 8:43

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA
Após o anúncio da primeira condenação dos envolvidos no atos golpistas de 8 de janeiro em 17 anos de prisão nesta quinta-feira (14), o Congresso em Foco ouviu ex-ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que avaliaram o julgamento de Aécio Lúcio Costa Pereira como algo "de grande relevância" por tratar da conservação da democracia e como indicativo de que os próximos julgados estão "em uma situação difícil". Para o ex-ministro do STF Carlos Ayres Britto, o que está em jogo dentro dos julgamentos dos manifestantes que invadiram e depredaram a Praça dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023 "é a democracia brasileira". Após a condenação de Aécio Lúcio, os ministros formaram maioria para condenar o segundo réu, Thiago Mathar, a 14 anos de prisão, e o terceiro, Matheus Lima de Carvalho Lázaro, a 17 anos. "Frente a uma tentativa de golpe de Estado e de atentado ao Estado democrático de direito, o STF é o guardião da Constituição e o que houve no dia 8 de janeiro foi o pior dos atentados. Esse julgamento é da maior relevância. Foi o pior para a sociedade brasileira porque é atentado à democracia tentar destituir quem foi eleito pelo povo", analisou Britto. O ex-ministro ainda explicou que, mesmo que Aécio não tenha foro privilegiado, o julgamento no STF se justifica porque se trata de um crime cometido contra a democracia, cuja manutenção é o "princípio dos princípios constitucionais". Artigo 5º da Constituição Para mostrar a clareza dentro da Constituição sobre o caso, Britto elencou o artigo 5º. O artigo estabelece que "todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade". Entretanto, o inciso 44 estabelece que "constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático". A pena fixada contra o primeiro réu foi de 17 anos e 100 dias-multa, cada um no valor de um terço do salário mínimo. Na reclusão, a pena é cumprida em estabelecimento prisional, e o regime pode ser de três tipos: fechado, aberto ou semiaberto. Já a detenção é aplicada a crimes mais leves, mas nunca será em regime fechado. As penas por crime cometido foram: seis anos e seis meses de reclusão por golpe de Estado; cinco anos e seis meses de reclusão por abolição violenta do Estado Democrático de Direito; um ano e seis meses de detenção e 50 dias-multa por dano qualificado; um ano e seis meses de reclusão e 50 dias-multa por deterioração do patrimônio tombado e dois anos de reclusão por associação criminosa armada. A título de ressarcimento de danos morais e materiais coletivos, Aécio Lúcio terá de pagar R$ 30 milhões de forma solidária com todos os que vierem a ser condenados. Tendência O voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, anunciado na sessão de quarta-feira (13) prevaleceu entre os ministros da Alta Corte. Ele considerou clara a intenção do grupo do qual Aécio fazia parte de derrubar o governo democraticamente eleito em 2022, ao pedir intervenção militar. Para o ministro, trata-se de um crime de execução multitudinária, ou coletiva, em que todos contribuíram para o resultado a partir de uma ação conjunta. O relator foi acompanhado na íntegra pelos ministros Edson Fachin, Luiz Fux, Dias Toffoli e Gilmar Mendes e pelas ministras Rosa Weber (presidente do STF) e Cármen Lúcia. Para o ex-ministro do TSE, Henrique Neves, o resultado do primeiro julgamento é um indicativo de que "vai ter muita gente condenada". Os mais de mil réus a serem julgados devem se deparar "com uma situação difícil pela frente". "Porque a tendência de qualquer tribunal, a partir do momento em que se forma uma tese, é repercutir essa tese nos casos iguais", avaliou o Neves ao considerar que outras levas de julgados serão enquadrados como participante de um crime de execução multitudinária. (Com informações do STF)
Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

STF Ayres Britto julgamento Henrique Neves Atos golpistas 8 de janeiro Aécio Lúcio Costa Pereira STE

Temas

Justiça Notícia

LEIA MAIS

novo teste gabi

teste2 dani teste dani teste daniiiiii

economia

Governo pede ao Senado aprovação de projeto que acelera processos de falência

[Erro-Front-CONG-API]: Erro ao chamar a api CMS_NOVO.

{ "datacode": "NOTICIAS_MAIS_LIDAS", "exhibitionresource": "NOTICIA_LEITURA", "showDelay": true, "viewed": [] }

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES