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Operação da PF é 'invasiva' e 'alimenta clima de terror', diz Collor

Congresso em Foco

14/7/2015 | Atualizado às 20:02

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Reprodução Facebook
Em nota veiculada no Facebook, o senador Fernando Collor de Melo (PTB-AL) classificou a operação Politeia, principal desdobramento da Operação Lava Jato no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF), como medida “invasiva, arbitrária” e “flagrantemente desnecessária”. Em ação amplamente noticiada nesta terça-feira (14), agentes da PF apreenderam documentos e bens do senador em sua residência particular em Brasília – a “Casa da Dinda”, folclórica mansão dos tempos de Presidência da República localizada no Lago Sul, bairro nobre de Brasília. Três veículos de luxo foram levados da propriedade: uma Ferrari vermelha, um Porsche preto e uma Lamborghini prata. Nenhum dos automóveis consta da declaração de bens do senador. A suspeita da Polícia Federal é que os três carros tenham sido custeados com dinheiro desviado de contratos da Petrobras pelo doleiro Alberto Youssef, um dos principais delatores da Lava Jato. A PF também fez busca e apreensão no imóvel funcional ocupado pelo senador em uma superquadra de Brasília, a poucos quilômetros do Congresso. Collor tem negado as denúncias e, em discursos frequentes no Plenário, como o feito nesta terça-feira (14), faz duras acusações contra o trabalho do Ministério Público Federal, responsável pelas investigações sobre autoridades com direito a foro privilegiado. Collor é apontado por investigadores como beneficiário do esquema de corrupção na estatal petrolífera, segundo inquérito sobre o caso em tramitação no Supremo. Como demonstram comprovantes obtidos pela PF, o ex-presidente da República recebeu diversos depósitos bancários feitos por empresas controladas por Youssef. Além disso, o dono da empreiteira UTC,  Ricardo Pessoa, fez delação premiada revelando ter pago propina de R$ 20 milhões a Collor. “A defesa do Senador Fernando Collor repudia com veemência a aparatosa operação policial realizada nesta data em sua residência. A medida invasiva e arbitrária é flagrantemente desnecessária, considerando que os fatos investigados datam de pelo menos mais de dois anos, a investigação já é conhecida desde o final do ano passado, e o ex-presidente jamais foi sequer chamado a prestar esclarecimentos”, afirmou Collor, em seu perfil no Facebook. “Por duas vezes o Senador se colocou à disposição para ser ouvido pela Polícia Federal, sendo que nas duas vezes seu depoimento foi desmarcado na véspera. Medidas dessa ordem buscam apenas constranger o destinatário, alimentar o clima de terror e perseguição e, com isso, intimidar futuras testemunhas”, complementou. Leia a íntegra da manifestação do senador Collor no Facebook: "REPÚDIO VEEMENTE A UMA OPERAÇÃO APARATOSA A defesa do Senador Fernando Collor repudia com veemência a aparatosa operação policial realizada nesta data em sua residência. A medida invasiva e arbitrária é flagrantemente desnecessária, considerando que os fatos investigados datam de pelo menos mais de dois anos, a investigação já é conhecida desde o final do ano passado, e o ex-presidente jamais foi sequer chamado a prestar esclarecimentos. Ao contrário disso, por duas vezes o Senador se colocou à disposição para ser ouvido pela Polícia Federal, sendo que nas duas vezes seu depoimento foi desmarcado na véspera. Medidas dessa ordem buscam apenas constranger o destinatário, alimentar o clima de terror e perseguição e, com isso, intimidar futuras testemunhas. A medida invasiva traduz os tempos em que vivemos, em que o Estado Policial procura se impor ao menoscabo das garantias individuais seja do ex-Presidente, do Senador da República, ou do simples cidadão. Afinal, se nem os membros do Senado Federal estão livres do arbítrio, o que se dirá do cidadão comum, à mercê dos Poderes do Estado." Mais sobre a Operação Lava Jato Mais sobre Fernando Collor de Mello
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