Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. BB nega prejuízo em operações com doleiro

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

BB nega prejuízo em operações com doleiro

Congresso em Foco

29/1/2006 | Atualizado às 8:32

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA
Por meio de sua assessoria, o Banco do Brasil negou ontem ter feito operações irregulares no mercado financeiro com o doleiro Lúcio Bolonha Funaro, como sustenta reportagem da revista Época deste fim de semana. Segundo a matéria, a CPI dos Correios tem fortes indícios de que o BB perdeu R$ 30,9 milhões em operações de "swap" cambial feitas com Funaro por meio de sua corretora São Paulo. O "swap" é uma espécie de seguro que investidores e empresas contratam no mercado para se proteger de uma eventual alta do dólar.

Investigações da CPI apontam o doleiro como o verdadeiro dono da empresa Guaranhuns, identificada como uma das intermediárias nos pagamentos do mensalão. Com base em um relatório sigiloso da CPI, Época afirma que o BB vendeu esses contratos a Funaro, por meio da corretora, cobrando uma taxa de juros mais baixa do que a praticada no mercado. Esses contratos teriam sido revendidos por ele a outras corretoras em condições mais favoráveis. Em 11 operações diferentes feitas em 2003, o doleiro teria ganhado R$ 30,9 milhões.

Por meio da Guaranhuns, o empresário Marcos Valério repassou R$ 6,5 milhões para o ex-deputado federal Valdemar Costa Neto (PL), que renunciou em 1º de agosto para evitar a cassação.

O Banco do Brasil informou ontem que opera no mercado de "swap" apenas por meio de corretoras e não tem como saber se Funaro realmente estava por trás de alguma das transações feitas com a corretora São Paulo. Ao todo, 25 empresas trabalham com o banco nesse mercado.

Ainda segundo a assessoria, os contratos de "swap" cambial têm pouca liquidez - ou seja, são pouco negociados no mercado - e, por isso, suas taxas podem apresentar grandes oscilações ao longo de um mesmo dia. Esse seria o motivo da diferença entre o valor pago pelo Banco do Brasil à corretora São Paulo e as taxas conseguidas pela empresa com outros investidores.

O BB afirma ainda que seu controle interno não detectou nenhuma irregularidade nas transações com a a corretora São Paulo, com quem trabalhou entre 2001 e 2004. De acordo com o banco, no ano de 2003 foram fechadas mais de 20 operações de "swap" envolvendo as duas partes, e elas resultaram em um ajuste positivo de R$ 5,3 milhões para o BB.
Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Temas

Reportagem

LEIA MAIS

Senado vota restrição para medida provisória

Três MPs obstruem pauta na Câmara

MP deve denunciar Palocci por compra de cestas

[Erro-Front-CONG-API]: Erro ao chamar a api CMS_NOVO.

{ "datacode": "NOTICIAS_MAIS_LIDAS", "exhibitionresource": "NOTICIA_LEITURA", "showDelay": true, "viewed": [] }

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES