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MP vai apurar se houve acordo com PCC

Congresso em Foco

18/5/2006 | Atualizado às 8:23

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A Procuradoria Geral de Justiça de São Paulo determinou ontem a abertura de um procedimento administrativo para apurar se houve algum acordo entre autoridades do Estado e chefes do Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo o procurador-geral de Justiça, Rodrigo Pinho, as investigações vão se concentrar no conteúdo das conversas mantidas entre os representantes do governo e o líder da facção, Marcos Williams Camacho, o Marcola. "É inegável que houve uma conversa. Mas se houver indícios de troca de benefícios, vamos abrir o inquérito", afirmou Pinho.

No último domingo, a Polícia Militar, a mando do governador Cláudio Lembo (PFL), cedeu um avião para levar o delegado José Luís Ramos Cavalcante, o corregedor da Secretaria da Administração Penitenciária do Estado (SAP), Antônio Ruiz Lopes, e a advogada Iracema Vasciaveo, que já defendeu integrantes de facções criminosas e é diretora jurídica da Organização Pública de Interesse Social (Oscip) Nova Ordem, que congrega 15 mil parentes de presos.

O governo paulista, no entanto, nega ter cedido às reivindicações do PCC para conter as rebeliões espalhadas por mais de 70 presídios. A visita contrariou as normas do regime de disciplina diferenciado (RDD), ao qual estão submetidos os oito presos, já que Iracema não é advogada de nenhum deles.

Guerra continua

Novos ataques foram registrados nesta madrugada. Uma base da Polícia Militar e oito ônibus foram atingidos. Pelo menos sete criminosos foram mortos em troca de tiros com a polícia. O número de mortos na onda de violência liderada pelo crime organizado em São Paulo chegou a 138 desde sexta-feira. Desses, 93 são suspeitos de serem criminosos, informou a Secretaria de Segurança Pública do Estado. Em menos de 24 horas, mais 22 pessoas suspeitas de terem participado de ataques às bases da polícia foram assassinadas. O nome dos "criminosos", como estão sendo fichados, não é divulgado pela polícia.

Ontem diversas faculdades cancelaram as aulas e pediram que os alunos fossem para casa. No entanto, de acordo com a Polícia Militar, a ordem teria partido das direções das instituições de ensino, devido à onda de boatos que começou a circular à tarde. O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Elizeu Eclair Teixeira Borges, disse ontem que as tropas não deixarão as ruas e nenhum policial terá folga ou licença enquanto a situação não se normalizar.


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