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O calvário continua

Congresso em Foco

12/9/2007 | Atualizado às 20:28

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Edson Sardinha

Absolvido pelo Plenário da acusação de ter despesas pessoais pagas pelo lobista de uma empreiteira, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), terá de enfrentar agora outros dois processos por quebra de decoro parlamentar.

Na próxima semana, a Mesa Diretora deve decidir se encaminha ao Conselho de Ética uma nova representação apresentada pelo Psol contra Renan, na qual ele é suspeito de participar de um esquema de desvio e lavagem de dinheiro em ministérios chefiados pelo PMDB. 

Ainda na próxima semana, o senador João Pedro (PT-AM) promete apresentar ao Conselho de Ética seu parecer em relação à denúncia de que Renan teria favorecido a cervejaria Schincariol em órgãos do governo.

De acordo com a denúncia do Psol, embasada em reportagem da revista Veja (leia), o presidente do Senado e seu irmão, o deputado Olavo Calheiros (PMDB-AL), fizeram negócios suspeitos com a cervejaria. De acordo com a acusação, uma fábrica de refrigerantes de Olavo foi vendida à Schin acima de seu valor de mercado e, depois disso, Renan defendeu a cervejaria no INSS e na Receita Federal. Tanto o presidente do Senado, quanto o seu irmão e a cervejaria negam que tenha havido favorecimento ou irregularidade na transação.

Para o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), integrante do Conselho de Ética e um dos principais defensores da cassação de Renan, o Senado vai pagar pela decisão de hoje, considerada por ele "um grande erro". "O calvário não é mais de Renan, é nosso", disse o parlamentar. "Foi um erro do Senado e todos vamos pagar", acrescentou.

Laranja

O Conselho de Ética também terá de se manifestar em relação à denúncia de que Renan usou laranjas para comprar veículos de comunicação em Alagoas. Em entrevista à revista Veja, o usineiro e ex-deputado federal João Lyra (PTB-AL) confirmou que o presidente do Senado foi seu sócio em um jornal e em uma rádio. Na época da sociedade, os dois eram aliados, mas hoje são adversários políticos.

De acordo com o usineiro, a sociedade durou cinco anos – de 1999 a 2005 – e permitiu, inclusive, que Renan viajasse de graça em jatinhos e helicópteros do usineiro. Lyra também afirmou que o peemedebista pagou R$ 1,3 milhão, correspondente à metade do valor  para a compra dos veículos de comunicação, mas que preferiu usar laranjas para que seu nome não aparecesse.

“Ele me disse que não tinha como aparecer publicamente à frente do negócio, mas não explicou as razões. Por isso, pediu para colocarmos tudo em nome de laranjas. Eu topei”, disse o ex-deputado, que encaminhou ao Senado um dossiê contra o presidente da Casa (leia).

Já a denúncia mais recente diz respeito à acusação do advogado Bruno Lins de que seu ex-sogro, o lobista Luiz Coelho Neto, operava um esquema, com recursos desviados de ministérios comandados pelo PMDB. Entre os beneficiários, segundo o advogado, estaria Renan. O senador nega a acusação e diz que a denúncia é motivada pela separação litigiosa entre Bruno e Flávia Coelho, filha de Luiz e funcionária do gabinete do presidente do Senado. 

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