Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Revisor do mensalão começa a votar na quarta-feira

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

Revisor do mensalão começa a votar na quarta-feira

Congresso em Foco

20/8/2012 | Atualizado às 20:36

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA
[caption id="attachment_69627" align="alignright" width="285" caption="Na quarta-feira (22), Lewandowski começa a apresentar seu voto sobre a parte do mensalão já analisada por Joaquim Barbosa"][fotografo]Gervásio Baptista/STF[/fotografo][/caption]O revisor do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, começa a apresentar seu voto na próxima quarta-feira (22). A expectativa é que a apresentação tivesse iniciado ainda hoje. No entanto, o próprio relator da Ação Penal 470, Joaquim Barbosa, admitiu que levou mais tempo que o esperado. Após a posição de Lewandowski, os outros ministros vão se posicionar pela absolvição ou condenação dos réus. Mensalão: entenda o que está em julgamento Quem são os réus, as acusações e suas defesas Tudo sobre o mensalão Até agora, o relator leu apenas um dos oito itens do seu voto. Ele trata de como as agências de Marcos Valério, Cristiano Paz e Ramon Hollebarch se aproximaram do governo recém eleito. Primeiro, foi pelo contrato com a Câmara dos Deputados, na época presidida pelo deputado João Paulo Cunha (PT-RS). Depois, com o Banco do Brasil e com o Fundo Visanet. Todos assinados com a DNA. Na quinta-feira (16), Joaquim votou pela condenação de João Paulo Cunha pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato. Marcos Valério e os seus sócios Cristiano Paz e Ramon Hollerbach pelos crimes de corrupção ativa e peculato. Hoje, ele entendeu que o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato cometeu peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Já os três sócios da DNA foram responsabilizados pela prática, em coautoria, de peculato e corrupção ativa. Ex-diretor do BB autorizou repasses a DNA, diz Barbosa A confirmação ocorreu após as defesas de réus entregarem uma petição questionando o fracionamento do julgamento. O presidente do STF, Carlos Ayres Britto, disse que isso "já é uma questão vencida".  "Essa cisão em nada, absolutamente nada, conspurca o devido processo legal. E temos precedentes, já fizemos isso em várias vezes", afirmou. Porém, ele abriu a palavra para outros ministros se manifestar. Lewandowski voltou a dizer que não concordava com o fatiamento do julgamento. Mas, como se "trata de uma questão vencida", disse que seguiria a decisão da corte. Já para a cisão, como Ayres Britto nomeou a decisão sobre as penas, em caso de condenação, afirmou concordar. Porém, havia a expectativa entre os ministros que ele começasse a votar. Marco Aurélio Mello foi um dos que demonstrou surpresa. E voltou a discordar do fatiamento do julgamento. Empréstimos bancários "Há uma lógica interna nisso", afirmou Barbosa. Após a sessão, ele reforçou que, depois da primeira rodada de votação, vai entrar no capítulo cinco, que trata dos empréstimos feitos pelas agências de publicidade nos bancos Rural e BMG. Hoje, ele deu a entender que as empresas não tinham capacidade para contrair quantias altas. "Os fatos não foram praticados de maneira estanque, mas de forma simultânea", disse. Após essa fase, o relator vai entrar na evasão de divisas, deixando para o fim o capítulo 2, que trata do núcleo político. Ele é composto pelo ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, apontado pelo Ministério Público como chefe da quadrilha do mensalão, pelo ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e pelo ex-presidente nacional do PT José Genoíno. "A lógica é muito mais racional assim", opinou. De acordo com o ministro, seu voto vai continuar com a mesma estrutura, citando a acusação e as defesas. Depois, então, apresenta sua formulação. Para não prejudicar o processo, evitou dar opiniões. Mas admitiu que, "se for convencido", pode mudar de opinião durante o julgamento. Para o relator, as discussões em torno do fatiamento são exageradas. "A discussão sobre o fatiamento é uma grande besteira", disparou. Julgamento do mensalão será fatiado Divisão no STF põe em risco julgamento do mensalão Barbosa reclamou, após a sessão, de matérias recentes veiculadas na imprensa. No entanto, não citou veículos nem temas. Disse que não se envolveu em discussão, na semana passada, sobre o método aplicado no julgamento. Segundo o ministro, quem se envolveu foram Luiz Fux, Gilmar Mendes, Lewandowski e Ayres Britto. "Tive apenas uma participação lateral nisso", informou. Políticos condenados pelo STF ficam fora da prisão Saiba mais sobre o Congresso em Foco
Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

pictures mensalão

Temas

Reportagem Corrupção

LEIA MAIS

dinheiro público

PF mira desvio de emenda parlamentar que iria para hospital no RS

Corrupção

PF diz que deputado do PL envolveu familiares em esquema de desvio de emendas

corrupção

Ministro da CGU contesta índice sobre corrupção: "Conversa de boteco"

[Erro-Front-CONG-API]: Erro ao chamar a api CMS_NOVO.

{ "datacode": "NOTICIAS_MAIS_LIDAS", "exhibitionresource": "NOTICIA_LEITURA", "showDelay": true, "viewed": [] }

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES