Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Márcio Thomaz Bastos desqualifica denúncia do mensalão

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

Márcio Thomaz Bastos desqualifica denúncia do mensalão

Congresso em Foco

8/8/2012 | Atualizado às 16:31

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA
[caption id="attachment_81890" align="alignleft" width="319" caption=""A dificuldade do processo é essa confederação de condutas", disse o ex-ministro da Justiça"][/caption] O advogado Márcio Thomaz Bastos afirmou nesta quarta-feira (8) que seu cliente, o ex-diretor do Banco Rural José Roberto Salgado, não teve influência nem era responsável pelos três empréstimos feitos na instituição financeira em 2003. De acordo com a acusação feita pela Procuradoria-Geral da República, os três financiamentos ocorreram para abastecer o esquema do mensalão. "Quando os empréstimos foram dados, ele não era diretor do banco para essa área", disse Bastos, ex-ministro da Justiça no primeiro governo Lula. Mensalão: entenda o que está em julgamento Quem são os réus, as acusações e suas defesas Tudo sobre o mensalão Outros destaques de hoje no Congresso em Foco Salgado responde pelos crimes de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira e evasão de divisas. A PGR afirma que o ex-diretor do Banco Rural usou o cargo para liberar empréstimos sem as garantias exigidas e de ter transferido ilegalmente recursos para o publicitário Duda Mendonça no exterior. Um foi tomado pelo PT e outros dois pela SMP&B, agência de publicidade de Marcos Valério. A defesa contesta. De acordo com Márcio Thomaz Bastos, os empréstimos foram realizados em 2003. Na época, disse, Salgado era responsável pela área internacional e de câmbio do Banco Rural. Somente em 2004, acrescentou, ele passou a responder pela vice-presidência da instituição financeira. O advogado afirmou também que o PT conseguiu, "com dificuldade", pagar o financiamento de R$ 3 milhões. E que Marcos Valério está sendo cobrado pelo banco. Assim como seus antecessores na tribuna, Bastos criticou a acusação feita pela PGR. Pontuou a falta de individualização das condutas - "a denúncia não descreve como ele efetivamente atuou" - e que o mesmo fato é usado para acusar três crimes diferentes. Os empréstimos são o núcleo da gestão fraudulenta, da formação de quadrilha e da lavagem de dinheiro. "A dificuldade do processo é essa confederação de condutas, muitas coisas ligadas uma nas outras, de forma que fica impossível que se faça uma caminhada racional e lógica, examinando as coisas como devem ser examinadas", disse Thomaz Bastos. Para ele, em toda a acusação, a PGR desafiou o "conceito do tempo". "Foram 30 testemunhas, nenhuma menciona José Carlos Salgado. Somente uma que traz uma série de fofocas, de intrigas", completou, referindo-se a Carlos Godinho, ex-funcionário do Banco Rural e "notório falsário". Advogados jogam responsabilidade para Marcos Valério Defesas questionam provas, rejeitam mensalão e admitem caixa 2 Saiba mais sobre o Congresso em Foco
Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

mensalão

Temas

Reportagem Corrupção

LEIA MAIS

dinheiro público

PF mira desvio de emenda parlamentar que iria para hospital no RS

Corrupção

PF diz que deputado do PL envolveu familiares em esquema de desvio de emendas

corrupção

Ministro da CGU contesta índice sobre corrupção: "Conversa de boteco"

[Erro-Front-CONG-API]: Erro ao chamar a api CMS_NOVO.

{ "datacode": "NOTICIAS_MAIS_LIDAS", "exhibitionresource": "NOTICIA_LEITURA", "showDelay": true, "viewed": [] }

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES