Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Toffoli condena Pizzolato e absolve João Paulo

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

Toffoli condena Pizzolato e absolve João Paulo

Congresso em Foco

27/8/2012 | Atualizado às 20:30

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA
[caption id="attachment_84249" align="alignright" width="285" caption="Voto de Toffoli foi semelhante ao do ministro revisor, Ricardo Lewandowski"][fotografo]Felipe Sampaio[/fotografo][/caption]O quinto ministro a apresentar voto no processo do mensalão, José Dias Toffoli votou pela absolvição do deputado João Paulo Cunha (PT-SP) e do publicitário Marcos Valério e Ramón Hollerbach e Cristiano Paz por desvios de dinheiro nos contratos da SMP&B, empresa de Valério, com a Câmara dos Deputados. Seguindo o entendimento do ministro revisor do caso, Ricardo Lewandowski, o magistrado alegou não haver provas para a condenação.   Mensalão: entenda o que está em julgamento Quem são os réus, as acusações e suas defesas Tudo sobre o mensalão No caso do ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, o ministro votou pela sua condenação nos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Neste caso, a denúncia versa sobre o favorecimento da DNA Propaganda, empresa de Marcos Valério, nas licitações com o banco. Dessa forma, o magistrado também votou pela condenação de Marcos Valério e seus ex-sócios pelos crimes de corrupção ativa e peculato. Seu voto acompanha o entendimento do ministro relator, Joaquim Barbosa, e de Lewandowski. Candidato à prefeitura de Osasco nas eleições deste ano, o parlamentar é acusado de ter recebido R$ 50 mil do publicitário Marcos Valério para beneficiar a contratação de sua empresa, a SMP&B, pela Câmara dos Deputados. Os crimes imputados contra ele são corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato.  No entanto, Toffoli argumentou que o parlamentar não sabia qual era a origem do dinheiro e acreditava ser advindo do PT para campanhas eleitorais. "Se ele soubesse da origem do dinheiro, não teria mandado a própria mulher sacar o valor. Não a teria exposto a isso", disse. Toffoli afirmou ainda, que o deputado teria pedido o dinheiro ao ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, e este o teria informado que o valor já estaria disponível para saque no Banco Rural. O dinheiro foi de fato entregue, mas com o objetivo de realizar as pesquisas e João Paulo Cunha não "sabia da origem dos recursos". O ministro afirmou que as provas contidas nos autos não podem comprovar que o réu cometeu os crimes.  O ministro comentou então, o argumento apresentado pelo ministro Luiz Fux de que caberia à defesa apresentar provas pela absolvição. Toffoli afirmou que, ao contrário do que o colega havia afirmado, "cabe somente à acusação demonstrar que houve o crime". Joaquim vota pela condenação de quatro réus Joaquim vota por condenar Valério e Pizzolato Joaquim pede condenação de Valério e João Paulo Sobre os crimes de peculato, João Paulo Cunha é acusado de ter permitido a subcontratação de 99,9% no contrato da SMP&B com a Câmara. Toffoli afirmou, porém, que o percentual era mais baixo e estava dentro dos limites praticados pelo mercado. O segundo peculato versa sobre a contratação da empresa IFT, que, segundo a acusação, teria sido contratada para que o jornalista Luiz Carlos Pinto prestasse assessoria pessoal a João Paulo Cunha, que na época era presidente da Casa. Toffoli afirmou, no entanto, que não há provas disso e que todas as testemunhas afirmaram que o jornalista atendia à Câmara dos Deputados. No item que versa sobre licitações no Banco do Brasil e no fundo Visanet, em que, segundo a acusação, Henrique Pizzolato teria recebido R$ 326 mil para beneficiar a DNA Propaganda, empresa de Marcos Valério. A acusação afirma também, que a empresa teria desviado R$ 2,5 milhões que deveriam ter sido devolvidos ao banco na forma de bônus de volume. O voto de Toffoli é um dos mais controversos porque o ministro já advogou para o PT e chegou a ser assessor da Casa Civil durante a gestão de José Dirceu. Em 2007, quando a denúncia do mensalão foi feita, ele era advogado-geral da União. Saiba mais sobre o Congresso em Foco
Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

pictures mensalão

Temas

Reportagem Corrupção

LEIA MAIS

dinheiro público

PF mira desvio de emenda parlamentar que iria para hospital no RS

Corrupção

PF diz que deputado do PL envolveu familiares em esquema de desvio de emendas

corrupção

Ministro da CGU contesta índice sobre corrupção: "Conversa de boteco"

[Erro-Front-CONG-API]: Erro ao chamar a api CMS_NOVO.

{ "datacode": "NOTICIAS_MAIS_LIDAS", "exhibitionresource": "NOTICIA_LEITURA", "showDelay": true, "viewed": [] }

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES