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Defesas de ex-deputados rejeitam participação no mensalão

Congresso em Foco

13/8/2012 | Atualizado às 19:25

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[caption id="attachment_82861" align="alignleft" width="319" caption="O advogado de Romeu Queiroz admitiu recebimento de dinheiro para quitar dívidas eleitorais"][fotografo]Felipe Sampaio/STF[/fotografo][/caption]Os advogados de Romeu Queiroz (ex-PTB, hoje PSD-MG), Ronaldo Garcia Dias, e de José Borba (PMDB-PR), Inocêncio Coelho, rejeitaram nesta segunda-feira (13) a participação dos ex-deputados no esquema do mensalão. Enquanto o primeiro admitiu o recebimento de dinheiro para o pagamento de dívidas de campanha, o segundo disse que a história é "inverossímil" e que não existem provas. Mensalão: entenda o que está em julgamento Quem são os réus, as acusações e suas defesas Tudo sobre o mensalão Outros destaques de hoje no Congresso em Foco O advogado de Queiroz disse, em sustentação oral no Supremo Tribunal Federal (STF) que o ex-deputado foi absolvido pela Câmara da acusação de ter participado do mensalão. Em dezembro de 2005, a maioria dos parlamentares entendeu que ele não infringiu a ética e o decoro parlamentar. Ele é acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. De acordo com a denúncia feita pela PGR, o ex-deputado federal viabilizou pagamento de R$ 4,5 milhões para Roberto Jefferson votar e orientar votos a favor de matérias do interesse do governo. Também é acusado de ter recebido R$ 102 mil para proveito próprio. "A conduta já foi examinada. As regras existentes da ética e da moralidade ele já passou", disse o advogado. De acordo com o advogado, parte do dinheiro recebido veio de empréstimos feitos pelo PT. E a outra parte - R$ 102 mil - de uma doação feita pela Usiminas. "Nas duas primeiras doações, havia a consciência da licitude, que o dinheiro era do PT. Na terceira doação já havia a legalidade explicitada", afirmou. Dias informou ainda que Queiroz votou com a orientação do partido nas votações apontadas pela PGR como suspeitas. Falta de provas Advogado do ex-deputado José Borba, Inocêncio Coelho disse que não existem provas para condenar o peemedebista. O MPF acusa Borba de ter recebido R$ 200 mil para votar a favor de matérias do interesse do governo. "Os textos do MP estão cheios de esparadrapo. As provas não são robustas, são anêmicas", disparou. Defesa: ex-dirigente do PTB deveria ser testemunha Advogado de Jefferson acusa Lula pelo mensalão Dinheiro era para despesas de campanha, diz advogado do Bispo Rodrigues Saiba mais sobre o Congresso em Foco
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