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Defesa: ex-secretário dos Transportes não tinha percepção do que acontecia

Congresso em Foco

15/8/2012 | Atualizado às 17:57

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[caption id="attachment_83047" align="alignright" width="285" caption="Marco Aurélio queria que a sessão de julgamento do mensalão se encerrasse após as sustentações orais da defesa, mas foi derrotado"][fotografo]Carlos Humberto/STF[/fotografo][/caption]A defesa de José Luís Alves, ex-secretário do ex-ministro dos Transportes Anderson Adauto, argumentou que seu cliente não tinha percepção de "absolutamente nada" ao realizar saques a pedido do próprio chefe. Em sustentação oral realizada nesta quarta-feira (15) no Supremo Tribunal Federal (STF), o advogado Roberto Garcia Lopes afirmou que os valores foram retirados do Banco Rural "assinando documentos e mostrando o RG". Antes das três últimas sustentações orais de defesa, os ministros resolveram a primeira questão relacionada à ordem dos votos. O dia de hoje será destinado para analisar preliminares. Desta forma, a sessão administrativa prevista para a noite desta quarta foi cancelada. Inri Cristo é barrado na entrada do STF Mensalão: entenda o que está em julgamento Quem são os réus, as acusações e suas defesas Tudo sobre o mensalão Outros destaques de hoje no Congresso em Foco De acordo com a denúncia da Procuradoria-Geral da República, o ex-secretário teria recebido dinheiro em espécie oriundo de recursos desviados de contratos publicitários para pagamento de dívidas de diretórios regionais do PT e de outros partidos aliados. A acusação aponta que ele intermediou o pagamento de R$ 950 mil de Marcos Valério para Adauto. Atualmente, ele é presidente do Codau (Centro Operacional de Desenvolvimento e Saneamento) de Uberaba-MG. Na sustentação oral, que durou aproximadamente 20 minutos, Lopes, que também defende Adauto, disse que Alves foi sacar o dinheiro sem saber que o dinheiro era ilícito e que seu destino seria para pagar dívidas de campanha. "Naquele momento, ele não tinha percepção de absolutamente nada que pudesse configurar em conduta criminosa”, disse. Também questionou a acusação de lavagem de dinheiro pela falta de um crime antecedente e do dolo em bular a lei. Preliminares Antes da sustentação oral, os ministros estabeleceram o primeiro rito para a tomada de votos. Por maioria, eles decidiram que o dia de hoje será destinado para apreciar questões de ordem apresentadas pelas defesas. São preliminares que podem alterar a forma de julgar o mensalão. A proposta foi feita pelo relator da ação penal, Joaquim Barbosa. De acordo com o ministro, pelo menos metade dessas preliminares não possuem polêmicas, já tendo sido apreciadas em outros momentos pelo Supremo. Marco Aurélio Mello, no entanto, ponderou que a sessão de hoje deveria ser encerrada com o fim das sustentações orais. Ricardo Lewandowski, o ministro revisor, não quis votar. Justificou por não ter sido avisado da sessão administrativa, realizada em junho, que definiu o cronograma inicial do julgamento. Na oportunidade, os integrantes da corte definiram a ordem das sustentações orais e o tempo de cada. No entanto, os outros ministros resolveram acolher a sugestão de Barbosa e iniciar hoje as questões preliminares. Se elas forem encerradas hoje, o relator entra no mérito do voto a partir de amanhã (16). Caso não, a próxima sessão para analisar a ação do mensalão é segunda-feira (20). Saiba mais sobre o Congresso em Foco
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