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Gilmar e Joaquim mudam voto para condenar Duda Mendonça

Congresso em Foco

17/10/2012 16:04

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[caption id="attachment_37959" align="alignleft" width="319" caption="Gilmar diz que mudou voto após se deparar com "questões fáticas""][fotografo]Ascom/STF[/fotografo][/caption]O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes mudou nesta quarta-feira (17) seu voto na acusação de evasão de divisas contra o publicitário Duda Mendonça e sua sócia, Zilmar Fernandes. Na segunda-feira (15), ele tinha se posicionado pela inocência da dupla em razão da abertura da conta Dusseldorf nas Bahamas e das 53 operações que somaram R$ 10,4 milhões. O dinheiro foi usado para pagar as despesas de campanha do ex-presidente Lula em 2002. Hoje, ele votou pela condenação dos dois. Mensalão: entenda o que está em julgamento Quem são os réus, as acusações e suas defesas Tudo sobre o mensalão Não foi apenas Gilmar que mudou o voto. O relator do mensalão, Joaquim Barbosa, informou que, quando apresentou seu voto, tinha se posicionado pela procedência da ação. No entanto, o presidente do STF, Carlos Ayres Britto, colocou Joaquim como um dos ministros que absolveram Duda e Zilmar. Com a retificação, o resultado prático a favor da dupla de publicitários não muda. O placar, porém, passa de nove a um para sete a três. STF absolve Duda e condena ex-diretores do Rural No início da sessão, antes de retomar o voto para concluir o item 7, que trata da lavagem de dinheiro, Gilmar disse que foi confrontado com "questões fáticas". Desta forma, decidiu retomar a análise dos autos. Por isso, acabou mudando seu voto na acusação de evasão de divisas. Para o ministro, parte dos 53 depósitos na conta Dusseldorf, aberta nas Bahamas e vinculada ao Bank Boston em Miami (EUA), coincidiu com parte dos recursos definidos como ilegais pela corte. Gilmar lembrou que, nos autos, Duda e Zilmar disseram que estavam "há muito tempo" tentando receber os quase R$ 11 milhões que o PT lhes devia pelas propagandas da campanha de Lula em 2002. Eles foram orientados pelo então tesoureiro do PT, Delúbio Soares, a abrir uma conta em um paraíso fiscal para ter acesso à quantia. Saiba mais sobre o Congresso em Foco
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