Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Mensalão: lavagem de dinheiro gera novos empates

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

Mensalão: lavagem de dinheiro gera novos empates

Congresso em Foco

17/10/2012 | Atualizado às 20:18

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA
[caption id="attachment_37795" align="alignright" width="319" caption="Ayres Britto: políticos se valeram de uma "foma matreira, quase malandra" de obter dinheiro"][fotografo]Carlos Humberto/STF[/fotografo][/caption]A acusação de lavagem de dinheiro na Ação Penal 470 gerou novos empates na situação de três réus. Com a retomada do item 7 nesta quarta-feira (17), os ministros Gilmar Mendes, Celso de Mello e Carlos Ayres Britto votaram pela condenação dos ex-deputados Paulo Rocha (PT-PA) e João Magno (PT-MG) e do ex-ministro dos Transportes Anderson Adauto (PMDB) da acusação de branqueamento de capitais. Com a conclusão, a votação ficou em cinco a cinco. Por enquanto, a corte ainda não definiu a forma de desempatar. Mensalão: entenda o que está em julgamento Quem são os réus, as acusações e suas defesas Tudo sobre o mensalão Primeiro a votar hoje, Gilmar Mendes antes retificou sua posição quanto à acusação contra o publicitário Duda Mendonça e sua sócia, Zilmar Fernandes, da acusação de evasão de divisas. Depois, trouxe seu voto sobre o item 7. Ele não tinha votado na semana passada por estar fora do país. Gilmar passou quatro dias em Veneza, na Itália, representando o STF em um congresso jurídico. Para ele, os três acusados - Rocha, Magno e Adauto - tinham conhecimento que o dinheiro não era do PT. Sua origem era a "engenharia financeira" montada pelo empresário Marcos Valério, um dos sócios da agência de publicidade SMP&B, junto com o Banco Rural. Ele ressaltou que, no caso de Paulo Rocha, só foi descoberto o nome do sacador, a ex-assessora Anita Leocádia, após a quebra de sigilo determinada no processo. O ministro disse que Rocha, assim como Magno e Adauto, tinha plena ciência das "origens escusas e criminosas dos recursos". Ele ainda citou um argumento usado pelo ex-ministro do STF Sepúlveda Pertence para reforçar seu ponto de vista: a inexistência do crime perfeito. "Se isso não é suficiente prova, a corte exige do Ministério Público uma prova diabólica, e escancara a porta da impunidade", disparou Gilmar. Desempate no mensalão deve criar discussões no STF Já Celso de Mello comentou que o dinheiro recebido pelos petistas e pelo peemedebista tiveram como origem crimes contra o sistema financeiro nacional e contra a administração pública. "Tudo com vontade consciente de mascarar a origem ilícita e a própria natureza criminosa dos valores repassados aos réus Paulo Rocha, João Magno e Anderson Adauto", votou. Já Ayres Britto, o último a votar, disse que a lavagem de dinheiro ficou comprovada pelo uso da "engenharia financeira" e da forma "matreira, quase malandra" de receber o dinheiro enviado pelo "valerioduto". O ministro revelou o estranhamento com o fato de as empresas de publicidade vinculadas a Marcos Valério distribuírem dinheiro, ao invés de receberem pelo trabalho prestado. "Que coisa estranha, completamente heterodoxa. (...) O dolo pra mim é direto, esses fatos estão com as vísceras expostas, se autoexplicam", disse o presidente do STF. Leia também: Lavagem de dinheiro gera novo debate no STF Ao concluir o item 7, os ministros também se posicionaram pela inocência do ex-deputado Professor Luizinho (PT-SP), que liderou a bancada governista em 2003, e dos ex-assessores Anita Leocádio e José Luiz Alves. No caso dos três réus, a votação foi unânime. Os dez integrantes da mais alta corte do país entenderam que não houve crime na conduta de Luizinho, Anita e Alves. Maioria no STF para absolver Professor Luizinho Defesa elogia decisão sobre lavagem de dinheiro Saiba mais sobre o Congresso em Foco
Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

pictures mensalão

Temas

Reportagem Corrupção

LEIA MAIS

dinheiro público

PF mira desvio de emenda parlamentar que iria para hospital no RS

Corrupção

PF diz que deputado do PL envolveu familiares em esquema de desvio de emendas

corrupção

Ministro da CGU contesta índice sobre corrupção: "Conversa de boteco"

[Erro-Front-CONG-API]: Erro ao chamar a api CMS_NOVO.

{ "datacode": "NOTICIAS_MAIS_LIDAS", "exhibitionresource": "NOTICIA_LEITURA", "showDelay": true, "viewed": [] }

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES