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Congresso em Foco
19/10/2014 | Atualizado 20/10/2014 às 15:32
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A posição da presidente Dilma Rousseff (PT) em admitir que houve desvio de dinheiro público na Petrobras, identificado pela Operação Lava Jato da Polícia Federal, arrancou ironia de seu adversário, Aécio Neves (PSDB). Durante evento de campanha neste domingo na praia de Copacabana, Rio de Janeiro, o tucano afirmou que é tarde para que a petista admita publicamente os desvios na estatal.
"A admissão é algo positivo. Reconheço que é um avanço a presidente admitir que isso aconteceu. Mas um pouco tarde", provocou Aécio Neves que realizou uma caminhada de campanha na praia ao lado da irmã, Andrea Neves que foi alvo da presidente Dilma durante o debate promovido pela TV Bandeirantes na semana passada.
Aécio Neves alfinetou a adversária afirmando que não basta admitir os erros. "Não vi até agora uma atitude da presidente em relação àquele denunciado pelo ex-diretor da Petrobras como receptor da parcela que caberia ao PT, que é seu tesoureiro", afirmou em referência a João Vaccari Neto, tesoureiro do PT que foi citado em delação premiada por Paulo Roberto Costa.
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