Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Brasil tem 100 mil mortos por covid-19. Veja reação dos políticos

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

Brasil tem 100 mil mortos por covid-19. Veja reação dos políticos

Congresso em Foco

Autoria e responsabilidade de Marina Oliveira

8/8/2020 | Atualizado às 16:23

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA

Máscara [fotografo]Josenildo Almeida/Fotos Públicas[/fotografo]

Máscara [fotografo]Josenildo Almeida/Fotos Públicas[/fotografo]
O Brasil alcançou a infeliz marca de 100 mil mortos por covid-19 neste sábado (8). os dados são de um consórcio de de veículos de comunicação e ainda não foram confirmados pelo Ministério da Saúde. De acordo com números oficiais da pasta, até essa sexta-feira (7), o país tinha 99.572 óbitos em decorrência do novo coronavírus. Diante desta marca, diferentes políticos foram às redes sociais se manifestar sobre o número de mortes e alguns criticaram o governo. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) disse que "nunca foi só uma gripezinha", fazendo referência ao discurso do presidente no dia 24 de março.

100 mil mortos! Nunca foi só uma gripezinha. O negacionismo e a omissão de Bolsonaro fizeram a crise tomar proporções catastróficas. Enquanto lutamos p/ salvar vidas e criar políticas p/ superarmos a pandemia, Bolsonaro se ocupa em se proteger de investigações! #Bolsonaro100Mil pic.twitter.com/rfvW1UwIHb

— Randolfe Rodrigues 🇧🇷 (@randolfeap) August 8, 2020
A deputada psolista Fernanda Melchionna responsabilizou o presidente pelas mortes por covid-19.

Hoje o Brasil deve chegar ao triste número de 100 mil mortos por Covid-19. Bolsonaro atrapalhou o enfrentamento à doença, fez piada com o sofrimento do povo e até vetou indenização para profissionais de saúde. A crise no Brasil é responsabilidade dele. #Bolsonaro100Mil

— Fernanda Melchionna (@fernandapsol) August 8, 2020
O ex-juiz Sergio Moro usou as redes para comentar o marco. "Não podemos nos conformar, nem apenas dizer #CemMilEdaí", fazendo referência a uma fala do presidente.

Não podemos nos conformar, nem apenas dizer #CemMilEdaí. São mais de 100 mil mortos; 100 mil famílias que perderam entes para a Covid. Que a ciência nos aponte caminhos e que a fé nos dê esperança.

— Sergio Moro (@SF_Moro) August 8, 2020
O governador do Maranhão, Flávio Dino, criticou o presidente.

Quem disse que poucos morreriam ? Quem gerou aglomerações em passeios irresponsáveis ? Quem sabotou uso de máscaras ? Quem debochou das mortes, alegando não ser coveiro ? Quem divulgou remédios “milagrosos”, sem ser médico ? São as perguntas do Tribunal da História para Bolsonaro

— Flávio Dino 🇧🇷 (@FlavioDino) August 8, 2020
Ciro Gomes também criticou o governo.

BRASIL DE LUTO. Genocídio promovido por um governo de incompetentes e irresponsáveis! pic.twitter.com/Mi5ruiZGqU

— Ciro Gomes (@cirogomes) August 8, 2020
O perfil do PDT no Senado também apontou como irresponsáveis as atitudes de Bolsonaro diante da doença.

É hoje que o Brasil ultrapassa os 100 mil mortos por coronavírus e os 3 milhões de infectados. A tragédia brasileira foi tratada com descaso, deboche e irresponsabilidade pelo presidente #ForaBolsonaro.#Bolsonaro100mil #CemMilEdai pic.twitter.com/ObQvL3iRCh

— PDT Senado (@PDTsenado) August 8, 2020
O deputado Marcelo Freixo (Psol-RJ) também comentou a aproximação da marca:

Quando o país chorava seus 10 mil mortos, Bolsonaro saiu para passear de jet ski. O que será que o presidente fará hoje diante da dor de 100 mil famílias destruídas? #Bolsonaro100Mil

— Marcelo Freixo (@MarceloFreixo) August 8, 2020
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não criticou o presidente, mas também se manifestou pelas redes sociais e decretou luto de quatro dias em solidariedade aos brasileiros mortos pela doença.

Hoje (8/08/2020) é um dos dias mais tristes da nossa história recente. O Brasil registra 100 mil vidas perdidas para a covid-19. O Congresso Nacional decreta luto oficial de 4 dias em solidariedade a todos os brasileiros afetados pela pandemia e às vítimas desta tragédia.

— Davi Alcolumbre (@davialcolumbre) August 8, 2020
O presidente da Câmara dos Depuatdos, Rodrigo Maia (DEM-RJ) também comentou o número de mortes.

Estamos convivendo diariamente com a pandemia, mas não podemos ficar anestesiados e tratar com naturalidade esses números. Cada vida é única e importa. Em nome da Câmara dos Deputados, presto mais uma vez solidariedade aos familiares e amigos das vítimas desta grande tragédia.

— Rodrigo Maia (@RodrigoMaia) August 8, 2020
Sem criticar diretamente o presidente, o senador Alessandro Vieira disse que o "tempo vai cobrar quem falhou como liderança".

O Brasil já perdeu mais de 100 mil vidas para a Covid. São "vidas que não seguem", sonhos interrompidos. Ignorar a tragédia é desumano. A atuação séria e eficiente do poder público é indispensável para reduzir o drama e salvar vidas. O tempo vai cobrar quem falhou como liderança.

— Senador Alessandro Vieira (@Sen_Alessandro) August 8, 2020
Nesta quinta-feira (6), Jair Bolsonaro assinou a Medida Provisória que prevê a transferência de R$1,9 bilhão para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) selar o acordo com a Universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca, do Reino Unido, para a produção da vacina contra covid-19 no Brasil. A previsão para início da produção da vacina é dezembro deste ano. As primeiras doses estarão disponíveis para a população em janeiro de 2021. Durante a solenidade no Palácio do Planalto, o presidente voltou a criticar o STF, governadores, prefeitos e até o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, pelos protocolos contrários ao uso da cloroquina, medicamento sem comprovação científica contra covid-19 e descartada pela OMS. “Pior que decisão mal tomada é indecisão. Eu adotei essa linha desde o começo. Fico triste quando vejo pessoas, por decreto, proibindo um determinado medicamento. Desde o começo assumi essa postura, mesmo não sendo médico conversei com muitos e eles me disseram da questão do 'fora da bula'. Se a prática não tivesse sido adotada há décadas atrás as doenças estariam ai ainda”, disse. A OMS declarou pandemia 11 de março > Governo libera R$ 1,9 bilhão para produção de vacina contra covid-19
Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

Jair Bolsonaro covid-19 coronavírus 100 mil mortes

Temas

Saúde Governo

LEIA MAIS

Personalidades lamentam morte de Dom Pedro Casaldáliga

Prefeito que disse "morra quem morrer" tem mandato extinto pela Justiça

Estudo diz que 61% das notícias falsas sobre covid-19 recebem anúncios do Google

[Erro-Front-CONG-API]: Erro ao chamar a api CMS_NOVO.

{ "datacode": "NOTICIAS_MAIS_LIDAS", "exhibitionresource": "NOTICIA_LEITURA", "showDelay": true, "viewed": [] }

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES