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Psol pede que PGR investigue monitoramento de parlamentares pelo Planalto

Congresso em Foco

21/11/2020 | Atualizado às 10:36

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O ministro Luiz Eduardo Ramos e o secretário Fabio Wajngarten em pronunciamento à imprensa.[fotografo]Anderson Riedel/PR[/fotografo]

O ministro Luiz Eduardo Ramos e o secretário Fabio Wajngarten em pronunciamento à imprensa.[fotografo]Anderson Riedel/PR[/fotografo]
A bancada do Psol entrou com uma representação na Procuradoria Geral da República (PGR) em que pede instauração de inquérito para investigar o monitoramento das redes sociais de parlamentares e jornalistas pelo Palácio do Planalto. De acordo com reportagem da revista Época, ao menos 116 parlamentares tiveram suas redes sociais monitoradas pelo Planalto, em ação financiada com dinheiro público. A publicação obteve relatórios produzidos a pedido da Secretaria de Governo e Secretaria de Comunicação em fevereiro, março e abril deste ano. As pastas são comandadas pelo general Luiz Eduardo Ramos e por Fabio Wajngarten, respectivamente. O objetivo da ação era municiar diferentes órgãos do governo sobre o comportamento digital de deputados, senadores e da imprensa. Os deputados do Psol defendem que o ato é ilegal e lesivo à ordem democrática.   Veja a íntegra da representação: Segundo a reportagem, foram alvo do monitoramento 105 deputados, nove senadores, uma deputada estadual e um vereador, entre eles, deputados do Psol que assinam a representação: Áurea Carolina (MG), David Miranda (RJ), Edmilson Rodrigues (PA), Fernanda Melchionna (RS), Marcelo Freixo (RJ), Sâmia Bomfim (SP) e Talíria Petrone (RJ). Os relatórios obtidos pela revista mostram a preocupação do governo Bolsonaro com cada detalhe do que parlamentares e jornalistas publicam nas redes sociais. Ainda segundo a reportagem, o Planalto impôs sigilo aos documentos, alegando tratar-se de um “trabalho autoral” da empresa contratada para o serviço. O governo também se recusou a responder aos questionamentos da revista. “É importantíssimo trazer à baila que tal fato não é ação isolada do governo Bolsonaro. Através da Abin, o Governo Federal monitorou o Sínodo da Amazônia, organizado pela Igreja Católica. Tal fato causou espanto em razão das investigações e monitoramentos de movimentos e lideranças participantes”, diz o documento apresentado pelo Psol. > Bivar sobre desempenho do PSL: não basta ter dinheiro se não há poder político
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