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Servidores do Banco Central retomam estado de greve nesta terça-feira

A greve dos servidores foi aprovada em Assembleia no final da última semana. Não há previsão de reuniões com a equipe do governo

Congresso em Foco

2/5/2022 | Atualizado às 9:04

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Servidores do Banco Central fizeram protesto virtual exigindo que o governo avance na entrega da reestruturação de carreira. Foto: Banco Central/Reprodução

Servidores do Banco Central fizeram protesto virtual exigindo que o governo avance na entrega da reestruturação de carreira. Foto: Banco Central/Reprodução
Os servidores do Banco Central retornam ao estado de greve por tempo indeterminado a partir desta terça-feira (3). “As razões principais foram o descumprimento por parte do presidente do BC em conseguir em abril/2022 uma reunião entre o sindicato e o Ministro Ciro Nogueira, a não apresentação de uma proposta alternativa aos 5% e a não apresentação de uma proposta sobre a parte não-salarial de nossas demandas”, disse o presidente do Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal), Fábio Faiad. O conteúdo deste texto foi publicado antes no Congresso em Foco Insider, serviço exclusivo de informações sobre política e economia do Congresso em Foco. Para assinar, clique AQUI e faça uma degustação gratuita de 30 dias. A greve dos servidores foi aprovada em Assembleia no final da última semana. Até a manhã desta segunda-feira (2) não estavam previstas reuniões com a equipe do governo para tentar um acordo. O BC ainda não se pronunciou. Os servidores da autoridade monetária estiveram em greve do dia 1 de abril até o dia 19, quando decidiram converter a paralisação em uma operação padrão. Eles reinvidicavam reajuste salarial e de 27% já no primeiro semestre deste ano. Na mesma linha, no final da semana passada, as categorias policiais federais divulgaram uma dura nota reafirmando a interpretação de que o presidente Jair Bolsonaro quebrou o compromisso feito com eles no ano passado, quando prometeu reestruturar as carreiras e até reservou R$ 1,7 bilhão no Orçamento para isso. Mais recentemente, Bolsonaro, diante da reação dos demais servidores, recuou dessa promessa e acenou com um reajuste linear de 5% para todo o funcionalismo. Uma solução que não agradou as demais categorias e desagradou profundamente os policiais. Esta semana, estão previstas assembleias dos policiais para definir se avançam para paralisações e outros atos.
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