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Senado

Bittar propõe travar sabatinas do STF até renovação do Senado em 2027

Parlamentar afirma que atual Senado deve deixar indicações para novos representantes que serão escolhidos pelo povo.

Congresso em Foco

19/3/2026 14:00

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O senador Marcio Bittar (PL-AC) sugeriu que o Senado adie as sabatinas de indicados ao STF para 2027. O parlamentar argumenta que a decisão deve caber à nova composição da Casa, que terá dois terços de suas cadeiras renovados nas eleições de outubro deste ano.

Para Bittar, o atual Senado perdeu a "legitimidade moral" para aprovar nomes enviados pelo governo Lula. "Este Senado perdeu a legitimidade moral para aprovar a indicação, não apenas do [Jorge] Messias, mas de qualquer outro nome indicado por esse governo em fim de linha. Não é questão pessoal, é questão de coerência constitucional e de dignidade", afirmou o senador.

Ele defendeu que o atual colegiado se abstenha de novas aprovações em sinal de protesto contra as interferências do Judiciário no Congresso.

"Como é que o Senado vai aprovar um indicado para a corte que humilha, castiga, usurpa e nulifica as decisões dessa corte e deste Senado? O melhor que fazemos é deixar para o eleitor, que vai eleger dois terços do Senado, que vai eleger um novo presidente. Que esses novos eleitos indiquem quem quiserem indicar, e o Senado aprova ou não. Se tivermos ainda um pouco de vergonha, nós não aprovaremos mais ninguém."

O parlamentar também disparou contra as decisões monocráticas da Suprema Corte que, segundo ele, usurpam as competências do Legislativo. Bittar cobrou que o Congresso vote o fim dessa modalidade de decisão. "Um ministro do STF não pode, sozinho, suspender investigações parlamentares. Isso não é democracia, isso é oligarquia judicial", criticou.

O impasse de Jorge Messias

A indicação de Jorge Messias, advogado-geral da União, enfrentou resistência desde que foi anunciado pelo presidente Lula em novembro do ano passado. À época, o processo travou após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), cancelar a sabatina por tempo indeterminado.

Naquele período, Alcolumbre criticou duramente a demora do governo em oficializar a indicação via mensagem presidencial, interpretando o movimento como uma tentativa do Executivo de ganhar tempo para articular votos. Desde então, a indicação de Messias para a vaga de Luís Roberto Barroso permanece sem que uma nova data tenha sido estabelecida para a análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

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