Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. [ALTERADO E2E 200653] [ALTERADO E2E 195504] [ALTERADO E2E 164418] ...

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

Economia e Inflação

Previsões do mercado financeiro para economia e inflação em 2026

O Boletim Focus revela previsões estáveis para a economia brasileira e a inflação, com crescimento moderado e controle de preços até 2029.

Congresso em Foco

2/3/2026 | Atualizado 29/4/2026 às 20:07

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA

A mais recente edição do Boletim Focus, divulgada nesta segunda-feira (2) pelo Banco Central (BC), demonstra a constância nas projeções do mercado financeiro concernentes aos principais indicadores econômicos para o ano de 2026, notadamente a expansão da atividade econômica e o índice de inflação. A pesquisa, que coleta dados de diversas instituições financeiras, é publicada semanalmente pelo BC.

A estimativa para o crescimento da economia brasileira em 2026 se manteve em 1,82%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB), que representa a soma dos bens e serviços produzidos no país, conservou-se em 1,8%. Para os anos de 2028 e 2029, o mercado financeiro projeta uma expansão do PIB de 2% para ambos os períodos.

No terceiro trimestre de 2025, a economia brasileira apresentou um crescimento de 0,1%, impulsionada pela expansão dos setores da indústria e da agropecuária, um resultado considerado como estabilidade pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A divulgação do PIB consolidado de 2025 está programada para esta terça-feira (3). Em 2024, o PIB registrou um aumento de 3,4%, representando o quarto ano consecutivo de crescimento e a maior expansão desde 2021, quando atingiu 4,8%.

A previsão para a cotação do dólar é de R$ 5,42 para o final deste ano. Estima-se que, ao final de 2027, a moeda norte-americana atinja o patamar de R$ 5,50.

Após um período de sete semanas consecutivas de declínio, a projeção do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado o índice oficial de inflação do país, permaneceu em 3,91% para este ano. Para 2027, a projeção para a inflação passou de 3,8% para 3,79%. Para 2028 e 2029, as previsões indicam 3,5% para ambos os anos.

A estimativa para a variação de preços em 2026 permanece dentro do intervalo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, resultando em um limite inferior de 1,5% e um superior de 4,5%. Em janeiro, o aumento nos preços da energia elétrica e da gasolina impulsionou a inflação oficial do mês para 0,33%, o mesmo patamar de dezembro. De acordo com o IBGE, esse resultado elevou o IPCA a um acumulado de 4,44% em 2025.

Para atingir a meta de inflação, o Banco Central utiliza a taxa básica de juros (Selic) como principal instrumento, atualmente fixada em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Apesar da diminuição da inflação e da cotação do dólar, o colegiado optou por não alterar os juros na última reunião, mantendo a taxa no maior nível desde julho de 2006, quando atingiu 15,25% ao ano. Em ata, o Copom sinalizou a possibilidade de iniciar a redução dos juros na reunião de março, desde que a inflação permaneça sob controle e não ocorram imprevistos no cenário econômico. Contudo, ressaltou que os juros serão mantidos em níveis restritivos.

A estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica foi revisada nesta edição do Boletim Focus, passando de 12,13% ao ano para 12% ao ano até o final de 2026. Para 2027 e 2028, a previsão é de nova redução da Selic para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve atingir 9,5% ao ano. O Copom, ao elevar a Selic, busca conter o aquecimento da demanda, o que impacta os preços, uma vez que juros mais altos encarecem o crédito e incentivam a poupança. Taxas elevadas podem, contudo, dificultar a expansão da economia.

As instituições bancárias consideram outros fatores ao definir as taxas de juros cobradas dos consumidores, como o risco de inadimplência, o lucro e as despesas administrativas. A redução da Taxa Selic tende a tornar o crédito mais acessível, incentivando a produção e o consumo, o que pode diminuir o controle sobre a inflação e estimular a atividade econômica.

Siga-nos noGoogle News
Compartilhar
[Erro-Front-CONG-API]: Erro ao chamar a api CMS_NOVO.

{ "datacode": "NOTICIAS_LEIA_MAIS", "exhibitionresource": "NOTICIA_LEITURA", "showDelay": false, "articlekey": 116858, "viewed": [ "116858" ], "context": "{\"articlekey\":116858,\"originalarticlekey\":\"116858\"}" }

[Erro-Front-CONG-API]: Erro ao chamar a api CMS_NOVO.

{ "datacode": "NOTICIAS_MAIS_LIDAS", "exhibitionresource": "NOTICIA_LEITURA", "showDelay": true, "viewed": [] }

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES