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Retrospectiva

Ano decisivo: relembre o que marcou a política brasileira em 2025

Confira mês a mês os fatos que pautaram o Congresso, o Executivo e o Judiciário ao longo do ano.

Congresso em Foco

30/12/2025 7:00

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O ano de 2025 foi marcado por um ambiente político permanentemente tensionado, em que Executivo, Congresso e Judiciário dividiram o protagonismo de decisões que reverberaram muito além da capital federal. A investigação e o julgamento da tentativa de golpe de Estado dominaram a agenda, culminando na condenação e prisão de Jair Bolsonaro e aliados.

Ao mesmo tempo, o Executivo enfrentou um ano de turbulência política e fiscal. Medidas para elevar arrecadação, como o aumento do IOF, foram derrotadas no Parlamento, enquanto temas estruturais avançaram a duras penas, como a ampliação da isenção do Imposto de Renda, a regulamentação da reforma tributária e projetos de segurança pública. Crises administrativas, como o escândalo bilionário no INSS, e disputas comerciais com os Estados Unidos também pressionaram o governo Lula ao longo do ano.

No pano de fundo, 2025 antecipou o clima eleitoral de 2026. Pré-candidaturas foram lançadas e abandonadas, alianças começaram a se desenhar e a família Bolsonaro seguiu no centro das disputas políticas e judiciais. Entre cassações, processos no Conselho de Ética, protestos no plenário e mudanças na legislação, o país atravessou doze meses de intensa movimentação nos bastidores do poder.

Relembre, mês a mês, o que marcou a política brasileira em 2025.

Confira o que foi destaque em janeiro.

Confira o que foi destaque em janeiro.Arte Congresso em Foco

Janeiro abriu 2025 com decisões judiciais de forte impacto político e institucional, além de sinais claros de que o ano não seria morno nem no recesso. O STF e a Procuradoria-Geral da República concentraram atenções em casos ligados à tentativa de golpe, enquanto o governo enfrentou desinformação, editou medidas econômicas relevantes e avançou em propostas sensíveis na área de segurança pública. O mês também antecipou o clima eleitoral de 2026, com anúncios de pré-candidaturas e embates envolvendo Jair Bolsonaro, além de investigações que reacenderam o debate sobre democracia e o uso da máquina pública.

  • Flávio Dino suspendeu o repasse de emendas a 13 ONGs após a CGU apontar falta de transparência.
  • Entraram em vigor o novo salário mínimo e a regulamentação das apostas esportivas online no Brasil.
  • Governo enviou ao Congresso medida provisória com o reajuste salarial dos servidores do Executivo.
  • PGR se posicionou contra o pedido de prisão domiciliar do deputado Chiquinho Brazão, acusado de mandar matar Marielle Franco.
  • Governo desmentiu oficialmente boatos de que o Pix seria taxado.
  • Gusttavo Lima anunciou intenção de disputar a Presidência nas eleições de 2026.
  • Moraes negou recurso de Bolsonaro para viajar aos EUA e acompanhar posse de Trump.
  • PF indiciou quatro ex-diretores da PRF por blitz no segundo turno das eleições de 2022.
  • Ministro da Justiça assinou portarias que regulamentam o uso da força policial.
  • Governo apresentou nova versão da PEC da Segurança Pública após críticas de governadores.

Confira o que foi destaque em fevereiro.

Confira o que foi destaque em fevereiro.Arte Congresso em Foco

Fevereiro concentrou alguns dos episódios mais graves e simbólicos da política brasileira em 2025. O avanço das investigações sobre a tentativa de golpe revelou planos de violência contra autoridades, ampliando a pressão sobre personagens ligados a Jair Bolsonaro. O Supremo Tribunal Federal tomou decisões de forte impacto social e institucional, enquanto o Congresso viveu semanas de tensão, com embates no plenário, cobranças por transparência no Orçamento e a apresentação de propostas que reacenderam debates históricos sobre direitos trabalhistas e segurança pública.

  • Alcolumbre foi eleito presidente do Senado pela segunda vez, com 73 votos.
  • Com 444 votos, Hugo Motta foi eleito presidente da Câmara.
  • Haddad entregou a Motta e Alcolumbre lista de 25 prioridades econômicas do governo.
  • Congresso e governo apresentaram ao STF plano de trabalho para rastrear e dar mais transparência às emendas parlamentares.
  • Deputados Guilherme Boulos e Rogério Correia acionaram a PGR contra Eduardo Bolsonaro.
  • Erika Hilton protocolou PEC que propõe o fim da escala de trabalho 6x1.
  • STF rejeitou recurso sobre porte de maconha para uso pessoal.
  • PGR pediu condenação de ex-integrantes da PMDF por omissão no 8 de janeiro.
  • Dino determinou auditoria em emendas Pix que somavam R$ 469 milhões.
  • PGR denunciou Bolsonaro ao STF por tentativa de golpe de Estado.
  • Justiça Eleitoral condenou Pablo Marçal por abuso de poder político e econômico.

Confira o que foi destaque em março.

Confira o que foi destaque em março.Arte Congresso em Foco

Março consolidou o peso institucional de 2025. O Supremo Tribunal Federal avançou de forma decisiva sobre os desdobramentos da tentativa de golpe de Estado, transformando Jair Bolsonaro em réu e levando aliados do ex-presidente ao centro de julgamentos históricos. O mês também marcou a entrada em campo de propostas centrais do governo Lula, como a ampliação da isenção do Imposto de Renda, além do avanço do Congresso em regras para o controle das emendas parlamentares. Paralelamente, a corrida presidencial de 2026 começou a ganhar contornos mais concretos, com anúncios que movimentaram o campo da direita.

  • Jair Bolsonaro se tornou réu no STF por unanimidade.
  • Bolsonaro afirmou que uma eventual prisão seria o fim da sua vida.
  • Defesa de Bolsonaro pediu ao STF anulação da delação de Mauro Cid.
  • Moraes decidiu arquivar inquérito que investigava Bolsonaro por fraude no cartão de vacinação.
  • Eduardo Bolsonaro pediu licença do mandato por 122 dias.
  • Congresso aprovou resolução que estabeleceu novas regras de transparência e rastreabilidade para emendas parlamentares.
  • Governo apresentou projeto que amplia a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil.
  • STF formou maioria para condenar e cassar o mandato da deputada Carla Zambelli.
  • Caiado anunciou chapa presidencial com o cantor Gusttavo Lima para disputar as eleições de 2026.
  • Gusttavo Lima desistiu de disputar eleição para presidente.

Confira o que foi destaque em abril.

Confira o que foi destaque em abril.Arte Congresso em Foco

Abril foi marcado por um forte protagonismo do Judiciário e por decisões que atingiram figuras centrais da política brasileira. No Congresso, o mês foi atravessado por cassações, processos disciplinares e debates sobre limites éticos da atuação parlamentar, enquanto o governo enfrentou uma crise grave no INSS, com denúncias bilionárias de corrupção.

  • Moraes determinou prisão imediata de Fernando Collor, que foi preso em Alagoas.
  • Câmara cassou o mandato de Chiquinho Brazão por faltas.
  • STF abriu ação penal contra Bolsonaro e aliados por tentativa de golpe.
  • Lula demitiu o presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, após operação da PF.
  • INSS suspendeu acordos de descontos associativos.
  • Conselho de Ética aprovou parecer pela cassação de Glauber Braga.
  • Glauber Braga anunciou greve de fome em protesto contra cassação.
  • STF fixou pena de 14 anos para Débora do "Perdeu, mané".
  • PSDB aprovou fusão com o Podemos.
  • Caiado oficializou pré-candidatura à Presidência.
  • Governo lamentou tarifas de Trump e avaliou ir à OMC.
  • Bolsonaro apoiou tarifaço de Trump e contraria bancada do agronegócio.
  • Congresso aprovou Lei da Reciprocidade.

Confira o que foi destaque em maio.

Confira o que foi destaque em maio.Arte Congresso em Foco

Maio foi marcado pelo avanço dos julgamentos ligados à trama golpista no STF e por decisões de impacto direto na estrutura do Estado. O mês também teve movimentação relevante no Congresso, com aprovação de mudanças na composição da Câmara e debates sobre representação política.

  • Câmara aprovou ampliação do número de deputados.
  • Lira apresentou plano de trabalho para projeto da isenção do IR.
  • Conselho de Ética suspendeu mandato de Gilvan da Federal por três meses.
  • Câmara suspendeu ação contra Ramagem. Dias depois, STF manteve, por unanimidade, ação penal contra o deputado.
  • Na semana seguinte, Câmara contestou STF e pediu sustação integral da ação contra Ramagem. STF oficializou suspensão de parte da ação penal contra Ramagem.
  • Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão por invasão ao sistema do CNJ, que disse que "não sobreviveria na cadeia".
  • Zambelli lançou campanha de Pix para pagar multas em processos e anunciou candidatura da mãe e do filho.
  • PGR pediu inquérito contra Eduardo Bolsonaro por obstrução de justiça.
  • STF aceitou denúncia contra acusados dos núcleos 3 e 4 da trama golpista.
  • Governo anunciou aumento do IOF para ampliar arrecadação.

Confira o que foi destaque em junho.

Confira o que foi destaque em junho.Arte Congresso em Foco

Junho foi dominado pelo avanço das ações penais da trama golpista no STF e por uma crise aberta entre Executivo e Congresso em torno do aumento do IOF, que terminou derrotado no Legislativo e levou o governo a estudar judicialização.

  • Moraes rejeitou recurso e manteve prisão de Zambelli por invasão ao CNJ.
  • Interpol incluiu Zambelli na lista de foragidos internacionais.
  • STF iniciou interrogatórios de Bolsonaro e integrantes do núcleo 1 da trama golpista.
  • Câmara aprovou urgência para derrubada do aumento do IOF.
  • Bolsonaro pediu anulação da delação de Mauro Cid no STF, que foi mantida por Moraes.
  • Senado aprovou derrubada do aumento do IOF.
  • AGU iniciou estudos para judicializar derrubada do IOF.
  • Câmara aprovou isenção do IR para até dois salários-mínimos.

Confira o que foi destaque em julho.

Confira o que foi destaque em julho.Arte Congresso em Foco

Julho foi marcado por forte escalada de tensão entre Brasil e Estados Unidos, com sanções contra autoridades brasileiras e medidas comerciais duras, além de decisões relevantes no Congresso e avanços em pautas sensíveis de segurança pública e decoro parlamentar.

  • Câmara aprovou endurecimento de penas para crimes hediondos.
  • Mendonça Filho apresentou relatório da PEC da Segurança Pública, que posteriormente foi aprovado pela CCJ da Câmara.
  • Câmara suspendeu mandato de Janones por três meses.
  • Câmara aprovou novas regras para licenciamento ambiental.
  • Jair Bolsonaro foi alvo de operação da PF.
  • PGR pediu condenação de Bolsonaro por tentativa de golpe.
  • Foragida da Justiça, Carla Zambelli foi presa na Itália.
  • Toffoli homologou plano do INSS para devolução de descontos ilegais.
  • Lula vetou projeto de aumento do número de deputados.
  • EUA impôs sanções da Lei Magnitsky a Moraes.
  • Governistas judicializaram o aumento do IOF e Alcolumbre defendeu limitar acesso ao STF.
  • Trump anunciou tarifa de 50% sobre produtos brasileiros.
  • Alcolumbre e Motta reagiram a tarifas dos EUA e defenderam Lei de Reciprocidade.
  • Governo publicou decreto que regulamenta Lei da Reciprocidade.
  • Eduardo Bolsonaro pediu para apoiadores agradecerem Trump por tarifa.
  • Marcos do Val deixou o país, contrariando decisão do STF.

Confira o que foi destaque em agosto.

Confira o que foi destaque em agosto.Arte Congresso em Foco

Agosto foi marcado pelo agravamento da crise política e institucional envolvendo Jair Bolsonaro e aliados, com prisões, medidas cautelares e decisões do STF. O mês também teve escalada do conflito comercial com os Estados Unidos, protestos de parlamentares bolsonaristas no Congresso e avanço de pautas sensíveis, como licenciamento ambiental e proteção de crianças nas redes sociais.

  • STF determinou prisão domiciliar de Jair Bolsonaro. Defesa pediu revogação.
  • STF mandou colocar tornozeleira em Marcos do Val após volta dos EUA. Após pedido da defesa, Moraes liberou a retirada.
  • Parlamentares aliados a Bolsonaro ocuparam as mesas do Senado e da Câmara.
  • Lindbergh acionou a PGR contra deputados que ocuparam Mesa Diretora.
  • Tarifaço dos EUA entrou em vigor.
  • Eduardo Bolsonaro disse atuar por novas sanções dos EUA contra Brasil.
  • Motta enviou ao Conselho de Ética pedidos de cassação de Eduardo Bolsonaro.
  • Lula vetou 63 trechos do projeto de lei do licenciamento ambiental.
  • Motta pautou combate à adultização infantil citando vídeo do Felca.
  • Câmara aprovou projeto sobre adultização infantil nas redes sociais.
  • Câmara instalou comissão sobre transporte e entrega por aplicativo.
  • Moraes impôs medidas cautelares a Silas Malafaia por coação e obstrução de Justiça.

Confira o que foi destaque em setembro.

Confira o que foi destaque em setembro.Arte Congresso em Foco

Setembro concentrou os capítulos mais decisivos do ano na frente judicial, com a condenação de Jair Bolsonaro pelo STF e o avanço das investigações sobre a trama golpista. No Congresso, a CPMI do INSS intensificou prisões e pedidos de medidas duras, enquanto a chamada PEC da Blindagem avançou na Câmara, mas foi enterrada no Senado. O mês também foi marcado por disputas envolvendo Eduardo Bolsonaro, novas denúncias da PGR e o avanço da legislação de proteção a crianças nas redes.

  • STF condenou Bolsonaro por organização criminosa.
  • Câmara aprovou PEC da Blindagem, mas Alcolumbre arquivou a proposta no Senado.
  • PGR denunciou Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo ao STF por atuação contra instituições brasileiras.
  • Eduardo Bolsonaro foi indicado à liderança da Minoria para tentar evitar cassação.
  • PGR pediu condenação dos chamados "kids pretos" por atuação na trama golpista.
  • CPMI do INSS pediu ao STF prisão preventiva de 21 investigados e prendeu dirigentes ligados ao "Careca do INSS".
  • Presidente da Conafer foi preso durante depoimento à CPMI do INSS.
  • STF formou maioria para manter presos o "Careca do INSS" e Alexandre Camisotti.
  • Hacker afirmou que Zambelli prometeu assumir culpa por invasão ao CNJ.
  • Lula sancionou lei de enfrentamento à adultização infantil nas redes sociais.

Confira o que foi destaque em outubro.

Confira o que foi destaque em outubro.Arte Congresso em Foco

Outubro foi marcado por decisões institucionais relevantes no STF e por votações de alto impacto econômico no Congresso, como a ampliação da isenção do Imposto de Renda e novos embates em torno do IOF. O mês também teve desdobramentos da condenação de Jair Bolsonaro, movimentações no Conselho de Ética da Câmara e articulações eleitorais já mirando 2026.

  • Câmara aprovou isenção do Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil por mês.
  • Polícia italiana deteve Tagliaferro, ex-assessor de Moraes.
  • STF manteve número de 513 deputados e adiou redistribuição de cadeiras para 2030.
  • Conselho de Ética arquivou processo contra Eduardo Bolsonaro.
  • Conselho de Ética da Câmara instaurou processos contra deputados por motim no Plenário.
  • Conselho de Ética arquivou processo contra André Janones por uso de camisa considerada imprópria.
  • Câmara derrubou medida provisória do IOF.
  • STF publicou acórdão que condenou Bolsonaro e integrantes do núcleo 1 da tentativa de golpe.
  • Carlos Bolsonaro anunciou aliança com Caroline de Toni para disputar vaga no Senado em 2026.

Confira o que foi destaque em novembro.

Confira o que foi destaque em novembro.Arte Congresso em Foco

Novembro foi um dos meses mais intensos do ano, marcado pela prisão preventiva de Jair Bolsonaro e por uma sequência de decisões judiciais que aprofundaram os desdobramentos da trama golpista. O período também teve avanço de pautas legislativas de impacto social e econômico, como a ampliação da licença-paternidade e a isenção do Imposto de Renda, além do endurecimento do debate sobre segurança pública, com o avanço do PL Antifacção no Congresso.

  • Mauro Cid retirou tornozeleira eletrônica após audiência no STF.
  • Governo do DF pediu laudo médico para avaliar se Bolsonaro podia cumprir pena na Papuda, e deputados passaram a defender avaliação médica para todos os presos do presídio.
  • Câmara aprovou ampliação da licença-paternidade para até 20 dias.
  • Senado aprovou isenção do Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil.
  • Derrite apresentou relatório do PL Antifacção.
  • Câmara aprovou relatório de Derrite
  • No Senado, Alcolumbre escolheu Alessandro Vieira como relator do PL Antifacção.
  • STF negou por unanimidade recurso de Jair Bolsonaro e manteve condenação no caso da trama golpista.
  • STF iniciou julgamento dos chamados "kids pretos" por participação no plano golpista.
  • PGR pediu condenação de deputados do PL por esquema de emendas parlamentares.
  • Lula indicou Jorge Messias ao STF.
  • Jair Bolsonaro teve prisão preventiva decretada após rompimento da tornozeleira eletrônica.
  • Ramagem negou estar foragido.
  • 1ª Turma do STF tornou Eduardo Bolsonaro réu por coação.
  • Carlos Bolsonaro anunciou candidatura ao Senado por Santa Catarina.
  • Congresso derrubou parte dos vetos presidenciais ao projeto do licenciamento ambiental e à propaganda ambiental.
  • Moraes votou para condenar cinco integrantes da cúpula da PMDF pelos atos de 8 de janeiro.

Confira o que foi destaque em dezembro.

Confira o que foi destaque em dezembro.Arte Congresso em Foco

Dezembro encerrou 2025 com forte tensão entre Congresso e STF, além de decisões decisivas nos casos ligados ao 8 de janeiro. O mês também foi marcado por votações de grande impacto no Legislativo, disputas internas no Parlamento e movimentos que consolidaram o cenário eleitoral de 2026.

  • Congresso aprovou redução de pena para Bolsonaro e outros condenados.
  • Líderes acionaram o STF contra aprovação da dosimetria.
  • Bolsonaro confirmou Flávio Bolsonaro como sucessor para as eleições de 2026.
  • Câmara decidiu não cassar o mandato de Carla Zambelli. Apesar disso, o STF firmou posição unânime pela cassação da deputada, que renunciou em seguida.
  • Moraes determinou prisão preventiva de Silvinei Vasques, que foi preso no Paraguai.
  • STF retomou ação penal contra Ramagem.
  • Moraes pediu condenação de cinco dos seis integrantes do núcleo 2 da trama golpista.
  • Lula assinou indulto natalino de 2025, excluindo condenados pelos atos de 8 de janeiro.
  • Senado aprovou o PL Antifacção com penas de até 120 anos.
  • Câmara aprovou a segunda etapa da regulamentação da reforma tributária.
  • CCJ do Senado aprovou fim da escala 6x1.
  • Glauber Braga ocupou Mesa Diretora em protesto à sua cassação, foi expulso do Plenário, e teve mandato suspenso por seis meses, evitando a cassação.
  • AGU solicitou a Gilmar Mendes revisão da suspensão da lei do impeachment, e Câmara reagiu ao STF aprovando limite a decisões monocráticas.
  • Projetos sobre corte de benefícios fiscais e taxação de bets e fintechs seguiram para sanção.
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