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Crise do gás não afeta popularidade de Lula

Congresso em Foco

24/5/2006 | Atualizado às 15:55

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Além de confirmar o favoritismo de Lula nas eleições de outubro, a pesquisa CNT/Sensus divulgada hoje mostra que o presidente garantiu estabilidade na avaliação positiva de seu desempenho e de sua gestão, mantendo uma trajetória iniciada em setembro. Dos 2 mil entrevistados entre os dias 18 e 21 de maio, 38,3% consideram positivo o governo Lula. Esse percentual era de 37,6% no mês passado. A variação está dentro da margem de erro, que é de três pontos percentuais.

A aprovação ao desempenho pessoal do presidente passou, nesse período, de 53,6% para 53,9%. Segundo o levantamento, 22,2% dos entrevistados disseram que o governo Lula é ruim ou péssimo, percentual inferior aos 24,1% registrados no levantamento de abril. A desaprovação a Lula, manteve-se no mesmo patamar, oscilando de 37,6% para 37,8%.

O diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, atribui a quatro fatores os resultados positivos da pesquisa em relação a Lula: a estabilidade da moeda, que não geraria perda para o salário dos brasileiros, a criação de novas vagas de trabalho, os programas sociais do governo e o reajuste do mínimo acima da inflação.

São Paulo e Bolívia

Enquanto 59,5% dos entrevistados consideram que a onda de violência prejudica a campanha do ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB), apenas 28,4% das pessoas ouvidas disseram que a crise do gás pode atrapalhar a reeleição do presidente Lula. O mesmo percentual acredita que a nacionalização das reservas bolivianas não terá qualquer reflexo nas eleições de outubro.

As medidas tomadas pelo governo de Lula na crise do gás boliviano foram inadequadas, na avaliação de 28,2% dos ouvidos pela pesquisa CNT/Sensus. O levantamento indica que 19,9% dos eleitores ouvidos aprovaram as ações tomadas pelo governo federal, na crise deflagrada em 1º de maio com a decisão do presidente Evo Morales.

Confiança no hexa

A pesquisa ouviu ainda o eleitor sobre a influência do resultado da Copa do Mundo nas eleições de outubro. Para 32%, a conquista do hexacampeonato ajudaria Lula a se reeleger. Mas, para 53%, uma coisa não tem nada a ver com a outra. Os entrevistados também otimismo em relação ao desempenho da seleção na Alemanha. O Brasil ficará pela sexta vez com a taça, segundo 79,8% das pessoas ouvidas. Apenas 3,4% acreditam que o título será dos anfitriões e 1,1%, dos argentinos. Segundo a pesquisa, 59,2% dos brasileiros gostam de futebol e 27,4% não se interessam pelo esporte. Outros 13,4% não responderam à pergunta.

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