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Jornalista põe o "enigma do crescimento" em debate

Congresso em Foco

13/12/2006 | Atualizado às 9:08

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Apontada como prioridade pelo presidente Lula para os próximos quatro anos, a retomada do desenvolvimento econômico é o tema central do debate "O Brasil na Terra do Nunca - o enigma do crescimento", marcado para esta quarta-feira (13), às 20h, em Brasília. Mediado pelo jornalista Guilherme Fiúza, na Livraria Leitura (Shopping Pátio Brasil), o encontro terá como debatedores o professor Paulo Roberto de Almeida e o ex-diretor do Banco Central Carlos Eduardo de Freitas.

Após o debate, Fiúza autografará o seu recém-lançado livro “3.000 dias no bunker – um plano na cabeça e um país na mão” (Editora Record), no qual retrata os bastidores da guerra travada pela equipe econômica do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na consolidação do Plano Real. A importância das reformas econômicas promovidas pelo país nos últimos 12 anos para garantir a estabilidade da moeda e conter a inflação, destacadas por Fiúza em seu livro, será o ponto de partida de toda a discussão.

Reformas essenciais

Assessor do Núcleo de Assuntos Estratégicos do governo Lula, Paulo Roberto serviu na embaixada brasileira em Washington nos momentos cruciais do Plano Real e das aventuras da equipe econômica de FHC. O diplomata falará das perspectivas para a economia brasileira do ponto de vista internacional, mostrando como funciona a equação da retomada da credibilidade do país nos mercados internacionais como fator da retomada do desenvolvimento.

Um dos formuladores do plano "Brasil em 3 Tempos”, documento estratégico de longo prazo formulado pelo governo Lula, Carlos Eduardo vai mostrar que não se pode falar em crescimento sem a compreensão das reformas econômicas promovidas nos últimos anos no país. O economista também abordará os capítulos essenciais dessas mudanças estruturais que ainda precisam ser concluídos.

Era FHC

Em “3.000 dias no bunker”, Guilherme Fiúza mostra como a equipe conduzida por Pedro Malan, Gustavo Franco, Edmar Bacha e Pérsio Arida, entre outros, resistiu aos ataques especulativos e dos críticos das medidas econômicas que conduziriam o Brasil à tão desejada estabilidade da moeda (leia mais). O período compreende desde a nomeação de Fernando Henrique Cardoso como ministro da Fazenda, no governo Itamar Franco, até o final de 2002, com a eleição do presidente Lula.

Jornalista desde 1987, o autor do livro é colunista do site NoMínimo, no qual assina o blog Política & Cia. Este é o segundo livro de Fiúza. Em 2004, ele publicou também pela Editora Record “Meu nome não é Johnny”, em que conta a inusitada história verídica de um ex-traficante. 

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