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Paulo Castelo Branco
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23/7/2020 | Atualizado 10/10/2021 às 16:58
Nos países como o Brasil, que se dizem democráticos, agentes públicos selecionados entre muitos interessados, ao assumir suas funções, recebem um distintivo, uma arma e um poder que a sociedade não lhes outorgou. Por esta razão, e tantas outras praticadas por governantes eleitos, prometem acabar com a violência, discriminação, crimes contra mulheres e minorias que ficam à mercê de agentes que usam seu poder para pisar em pescoços ou algemar cidadãos que reagem contra o abuso da autoridade.
Nas prisões das ditaduras e das democracias autoritárias, os números de encarcerados são desconhecidos pelo mundo. Nas democracias como a nossa, cidadãos inocentes são levados às delegacias e submetidos a maus tratos, enquanto aguardam a audiência de custódia que poderá libertá-los, ou não.
As reclamações das vítimas contra a liberdade do infrator são frequentes, especialmente nos crimes violentos, exigindo pena de morte. Essa prática, quase abolida nas sociedades livres, de tempos em tempos retornam para eliminar criminosos que ficaram, por décadas, nos corredores das penitenciarias aguardando a sua vez.
Assim vamos nós, silenciando nos casos de inocentes presos injustamente e, também, na ação de governantes fanáticos que, por prazer e mensagens populistas, autorizam grupos armados, na dúvida, matar.
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