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CPI da Navalha

Congresso em Foco

23/5/2007 | Atualizado 24/5/2007 às 8:34

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O requerimento para abertura da CPI da Navalha ainda não alcançou o número mínimo de assinaturas na Câmara - 171 deputados. Contudo, os autores da solicitação garantem que falta muito pouco. No Senado, o número mínimo de assinaturas (27) foi conseguido no final da noite.

“Estamos fechando o balanço com a coleta de assinaturas na Câmara, mas com certeza já passamos de 150”, afirmou hoje (23) o deputado Júlio Delgado (PSB-MG). De acordo com o deputado Augusto Carvalho (PPS-DF), ao final do dia, 141 deputados assinaram o pedido de criação da CPI.

Mesmo que atinjam o número mínimo de assinaturas hoje, os deputados Júlio Delgado e Augusto Carvalho, autores da proposta, aguardarão mais alguns dias antes de protocolar o documento na Presidência da Câmara. “Queremos colher mais assinaturas para termos uma margem de erro segura caso alguém mude de idéia”, explicou Delgado.

CPI do Furacão

O requerimento para a abertura de uma CPI específica para investigar a venda de sentenças no Judiciário, denunciada pela Operação Furacão da Polícia Federal não recebeu o mesmo apoio da CPI da Navalha.

Embora os autores dos dois pedidos fossem os mesmos, e as assinaturas estivessem sendo colhidas ao mesmo tempo, os parlamentares optaram por priorizar os fatos mais recentes, deflagrados na semana passada pela Operação Navalha.

No Senado, por exemplo, a rejeição dos senadores para a abertura da CPI do Furacão foi total. Na Câmara, o requerimento ainda conseguiu algumas assinaturas mas o projeto acabou sendo deixado de lado pela baixa popularidade. (Soraia Costa)

PMDB já tem indicados para substituir Silas Rondeau

O PMDB já tem dois candidatos à sucessão de Silas Rondeau no Ministério das Minas e Energia. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, logo após Rodeau entregar o cargo, o senador José Sarney (PMDB-MA) apresentou como possíveis substitutos o ex-presidente da Eletronorte José Antonio Muniz e o atual diretor econômico e financeiro da empresa, Astrogildo Quental.

A pressa dos peemedebistas foi motivada por suspeitas de que o PT possa assumir a pasta. Com a renúncia de Silas Rondeau, acusado de receber R$ 100 mil da máfia que fraudava licitações e obras públicas por meio da empresa Gautama, o secretário-executivo do ministério, Nelson Hubner, comandará a casa interinamente.

Ontem (22), durante a noite, Silas Rondeau entregou o cargo ao presidente Lula. "Deixo o governo para impedir que o setor energético, fundamental para o desenvolvimento do país, seja prejudicado, e que a imagem do governo seja de algum modo afetada", declarou, em nota.

No documento, ele nega ter recebido propina da Gautama: "Reafirmo minha completa e absoluta inocência em relação às denúncias levantadas contra a minha pessoa, na certeza de que tudo será esclarecido, provando a injustiça e a crueldade das mentiras e insinuações divulgadas a meu respeito que atingiram minha honra".

"Nunca, em momento algum, jamais pratiquei qualquer ato que não fosse orientado pelos princípios essenciais que sempre nortearam a minha vida, com absoluta honestidade e compostura", completou. (Carol Ferrare)

Confira a íntegra da nota de Silas Rondeau

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